Políticas Editoriais

Foco e Escopo

A Revista Ensaios de Geografia publica predominantemente artigos, produções literárias e visuais originais resultantes de pesquisa científica ou estudos significativos para a Geografia e áreas afins.

 

Políticas de Seção

Editorial

Não verificado Submissões abertas Não verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Artigos

Política padrão de seção

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Visualidades

Odores, sensações, sons, gostos e imagens são elementos constituintes da espacialidade humana e funcionam como orientadores de estratégias para organização do espaço vivido. Os sentidos compõem uma memória corporal onde estão condensadas as experiências vividas pelos sujeitos, as quais são acionadas cada vez que alguém entra em contato com elementos que mobilizam nossas lembranças, tornando-as elo entre o passado e os investimentos futuros.

Acredita-se que a espacialidade humana pode ser narrada em diferentes expressões artísticas, por isso a sessão visualidades pretende convocar e/ou comover por intermédio do fazer artístico visual ao usar como recursos: desenhos, pinturas, gravuras, esculturas, colagens, vídeos etc. que sugiram a espacialidade humana.

Busca-se explorar outros sentidos a fim de intervir na relação cotidiana entre sociedade e espaço, convocando e/ou comovendo por intermédio do fazer artístico visual.

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Leituras

“Do que se reparte

Amor

Prazer

Arte

É o que persiste

 

Do que se divide

Só o meio a meio

Resta inteiro

 

O resto

Não resiste”

(Ruiz S., Alice, Dois em um. São Paulo. Iluminuras, 2008).

 Os discursos hegemônicos na contemporaneidade são caracterizados por uma excessiva rigidez formal, uma sistemática racionalidade do pensar-fazer, uma sobrevalorização estatística dos fatos, uma hierarquização dos saberes e dos sujeitos produtores desses, assim como, é notório o esvaziamento dos conteúdos e dos sentidos do vivido e a autômato reprodução das leituras dominantes.

Urge democratizar as falas, os códigos, os acessos, a produção dos conhecimentos, a isonomia das leituras, das ciências, e das práticas político-profissionais como constituintes de uma sociedade ética, plural e cidadã; portanto, uma vida imersa em poesias, colorida de amores e recheada de sabedoria.

A sessão Leituras da Revista Ensaios de Geografia conclama vozes dissonantes e mentes inquietas a dialogar com múltiplas formas-conteúdo de ver-ser-estar-sentir o/no mundo. Trabalhos escritos em prosa ou em poesia; contos, crônicas, relatos de viagens, filmes e exposições são alguns exemplos dessa sessão.

“Leituras” nos convoca a sair da omissão deletéria identitária de coparticipação em um mundo permeado de crueldade e de alienação. Ser e escrever, transformaremos a condição!

A aproximação sujeito e objeto do conhecimento e a consequente valorização dos sentimentos e da subjetividade mediadas pelo domínio sensível das expressões artístico-literárias permitirá que a sutileza da vida anime e enriqueça a densidade academicista vigente.

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares
 

Processo de Avaliação pelos Pares

Os artigos submetidos serão enviados sem identificação e avaliados por dois pareceristas de instituições de ensino e/ou pesquisa nacionais de comprovada produção científica. Em caso de divergência de opiniões, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Cabe ao Conselho Editorial a aprovação final de um artigo para publicação. A esse comitê cabe, ainda, o direito de fazer pequenas modificações no texto, tabelas e figuras, para atender aos critérios editoriais da revista. O autor compromete-se a não enviar o artigo a outras revistas durante três meses, período em que deve receber resposta confirmando ou não a sua publicação.

 

Periodicidade

A Revista Ensaios de Geografia é uma publicação científica de periodicidade semestral.

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.